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Eleições 2020

Quissamã: pesquisa eleitoral fraudulenta, contratada por empresa condenada pela ‘Lava Jato’, deve ser impugnada pela Justiça

Qual crédito merece uma pesquisa eleitoral cheia de erros metodológicos, que apresenta o nome de uma candidata ‘fake’, que foi registrada somente após as entrevistas terem sido realizadas e que foi contratada e paga por uma empresa condenada pela ‘Lava Jato’? Nenhuma. A não ser para a velha elite política de Quissamã beneficiada pelos ‘resultados’.

Entretanto, a pesquisa (RJ-01472/2020) realizada pela IBPS Consultoria e Pesquisa LTDA deverá ser impugnada pra Justiça. Isso porque, todos os documentos produzidos pelo IBPS são inidôneos (art. 48 da Instrução Normativa RFB n. 1863 de 27/12/2018), uma vez que o Instituto emitente foi declarado inapto pela Receita Federal.

Não bastasse isso, a Canari Participações S/A, que tem como acionista majoritária a MPE Participações e Administração S/A, é controlada pela MPE Montagens e Projetos Especiais, integrante da HOLDING MPE Participações em Engenharia e Serviços. Essa empresa é investigada na Operação ‘Lava Jato’ e condenada pelo CADE pelo formação do chamado “Cartel de Trens e do Metrô”.

Ou seja: dinheiro ilícito, sujo, pode ter sido usado para pagar a realização da pesquisa. Mas outros fatos também chamam a atenção como, por exemplo, a nota fiscal ter sido emitida pelo IBPS através do e-mail geraldotmonteiro@gmail.com – executivo que deixou a sociedade desde 08/05/2013, segundo mostra alteração contratual da empresa.

Para fechar a sucessão de fraudes na elaboração da pesquisa, até o nome de uma candidata inexistente (Doutora Marilena), induzindo o eleitor a erro, constava no formulário.

Será que o vale-tudo pela volta ao poder será capaz do que nesta semana decisiva?! A conferir!

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