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Coronavírus

Macaé: enquanto cidadão ‘comum’ padece com isolamento, Prefeitura ainda discute se deve ou não cortar benefícios de servidores

A cada dia que passa o isolamento social em Macaé, cidade que permanece longe de viver o caos no número de infectados e de mortos provocadas por coronavírus – como previsto pelo prefeito, Dr. Aluízio (PSDB) -, condena mais e mais famílias à pobreza. Sem renda, impedidos de trabalhar e trancafiados em casa, os macaenses não contam com a sensibilidade do Governo Municipal.

Para piorar apenas o fato de que enquanto transforma trabalhadores saudáveis e que não pertencem aos grupos de riscos em uma massa de desempregados, o Executivo ainda discute se deve ou não cortar benefícios dos mais de 17 mil servidores municipais (entre concursados e nomeados). Documento com recomendação da Procuradoria Geral do Município (foto) neste sentido, com data de hoje, 21, circula nas redes sociais.

Em outras palavras, até aqui, a conta da crise está sendo cobrada apenas do cidadão que paga impostos, enquanto os servidores da Prefeitura – que em sua imensa maioria não está trabalhando, como os da Educação – continuam recebendo integralmente seus salários com direito a benefícios (pasmem!) por produtividade. Não é de se estranhar de onde partam as principais vozes do ‘#fiqueemcasa’, entende?!

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